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Roberto Ornelas


Este Blog é para a divulgação dos meus E-books.

                              " Deixe a história nascer em você, como nasceu e vive em mim"

                 Roberto Ornelas


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Sinopse 

Traição Trocada

Traição Trocada conta a história vivida pela empresária Magnólia, proprietária da Boutique Mag Fashion Woman no Shopping da cidade, tem um casal de filhos Maria Clara e Matheus, Magnólia tem a sua vida transformada literalmente, desde que descobre a traição do marido Cristiano, coincidentemente a sua amante se chama Magnólia, mas as coincidências e surpresas não terminariam por ai, Magnólia pede a separação. Cristiano entra de férias, viaja só para o litoral por uma semana, queria dá um tempo ao casamento...

Por obra do destino, Magnólia se envolve com Cristian, um homem bem jovem, lindo e misterioso, que fazia compras na sua boutique, despertando seus desejos sexuais mais obscuros, incomuns, adormecidos...Cristiano por sua vez se envolve com uma mulher casada e esquisita na pousada, Magali,  sentindo que corre perigo, ele abortar a viagem, no retorno resolve revê a esposa, porém ele vê Magnólia saindo do shopping no carro de um desconhecido...

Magnólia tem uma tarde maravilhosa de muito sexo e orgia com Cristian como nunca tinha tido, pensou que era a hora certa de se separar e viver esta paixão louca, gostosa. No entanto no outro dia ela quase tem um ataque do coração ao ver em sua casa Cristian, ele alisava as pernas de sua filha Maria Clara, que o apresenta como um amigo da faculdade, mas Magnólia desconfia que ele era mais que isso, e agora? O mundo parecia desabar em sua cabeça e com ele os seus planos e desejos.

Depois de uma tarde de sexo com Cristian no Motel Traição Trocada, estava agora envolvida neste labirinto de sentimentos. Disputaria com a filha ou renunciaria a sua paixão? Como iria conviver com este segredo insano? Se Cristiano descobrisse? Como olhar para sua filha ao lado de Cristian? 

Muito Suspense, drama, vingança, mortes, reviravoltas, brigas, revelações com uma pitada de humor e muito sexo....Cristian se revelaria um homem frio, calculista, mentiroso, mas sobre tudo muito sedutor, ele tem um segredo bem guardado e um plano diabólico a cumprir, Magnólia fraqueja não resistindo aos encantos de Cristian, ela não esqueceu aquela tarde de prazer e queria mais.

Um segredo terrível estava preste a ser revelado e que abalaria a todos, Traição Trocada tem um final caótico e surpreendente.

Obs: Esta é uma obra fictícia, fruto da imaginação do seu autor (Roberto Ornelas), qualquer semelhanças com nomes, pessoas ou lugares será mera coincidência.

Roberto Ornelas

https://www.clubedeautores.com.br/book/244716--Traicao_Trocada


Aqui estou postando os três primeiros capítulos de cada histórias. Maiores informações no botão ao lado.

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Traição Trocada

A História de Magnólia

Roberto Ornelas


Primeiro Capítulo

Alguns anos antes

Em algum lugar do Brasil, num bairro pobre da periferia, em um barraco  feito de madeira, papelão e zinco, sem saneamento e energia precária.

-Onde está este garoto, Delma? - Felipe gritava com raiva, embriagado.

-Não sei, deve está brincando por aí . - Ela diz.

-Uma hora desta? Vá procura ele. - Felipe grita.

-Espere, já vou.- Delma disse, enrolando um cigarro de maconha.

-Que horas são essa Delma? Já passam das dez da noite. - Felipe levanta para pegar mais uma cerveja na geladeira velha, cheia de ferrugens.

-Já olhou se ele não está dormindo Felipe? -Delma diz pra ele, despreocupada acendendo o cigarro.

-Já olhei, porra. - Felipe estava perdendo a paciência.

-Chega Felipe, ontem você já não fez? Ele deve

chegar logo. - Delma falava receosa, fumando o cigarro.

-Hoje eu quero de novo, você vai segurar ele, está crescendo e luta muito. - Felipe fala fumando também o cigarro de maconha da mulher.

-Ok, depois eu quero também, certo? - Ela diz sentando em seu colo.

Os dois ficam se beijando, numa lambança nojenta, Felipe tinha uma barba sem fazer estava melada com resto de farinha e gordura da galinha assada, a mulher parecia uma vaca de gorda.

Cristian observava com raiva os tios pelas gretas das madeiras, era hora de fugir, estava com uma mochila com algumas roupas, correu o quanto pode, passou a noite em um estacionamento de um mercado.

-Tá certo, vá buscar ele agora. - Felipe diz batendo na bunda mole da mulher.

-Ok - ela levanta rindo e quase caí, batendo na mesa velha escorada na parede de madeira do barraco, derrubando restos arroz, farofa e galinha assada já fria e uma lata de cerveja vazia que rolou pelo chão sujo.

Ela procura pelas redondezas e não encontra Cristian, vinte minutos depois, ela entra preocupada.

-Cristian sumiu - Ela diz para Felipe

-Como assim, sumiu ? - Ele pergunta, cochilando no sofá imundo, quase queimando o dedo com o cigarro comum agora.

-Eu não sei Felipe, não está em lugar nenhum, veja, algumas roupas dele também não estão aqui. - Delma diz olhando o quarto vazio e puxando a gaveta de uma velha comoda,jogando no chão.

-Vou matar esse garoto, a culpa é sua, merda - Felipe desabafa saindo para rua, gritando o nome de Cristian, mais não tem resposta, só os sapos e os animais da noite se ouvia, acorda um vizinho, que grita pra ele calar a boca.

-Não achei ele também - Felipe entra no barraco.

-Calma Felipe, ela vai aparecer, sente aqui.-

Felipe senta pegando um resto de bebida, Delma se ajoelha e acalma o companheiro fazendo um boquete porco, Felipe pega no sono sentado no resto de sofá.

No dia seguinte nada de Cristian aparecer, eles resolvem ir a policia, e conta tudo ao escrivão, que não estava com disposição nenhuma de ouvir aquela história.

Eles ainda estavam meios tontos pelo efeito das drogas e álcool da noite anterior, o oficial anotou tudo e disse que iria fazer uma busca, assim que pudesse.

A policia encontrou Cristian pedindo carona na estrada, os policiais liberam o caminhoneiro lhe daria carona, depois dele dar-lhes uma pequena gorjeta.

Na delegacia, Cristian contou o que acontecia na casa dos tios, falou que era molestado pelo tio e a tia participava também, os dois eram viciados em maconha.

A delegada de plantão ouviu o menino, e mandou uma viatura no endereço, para eles prestarem esclarecimento.

Os dois foram presos, por maus tratos, pedofilia, trafico de drogas... e Cristian foi  encaminhado para um orfanato, a mando do Juiz do Fórum da Cidade, Cristian jurava vingança aos tios por tudo que passou...e iria passar naquele orfanato.

Dias atuais

Cristiano, Magnólia, Matheus e Maria Clara

Cristiano tinha 43 anos, um homem simpático, moreno claro, era casado com Magnólia de 42, com dois filhos Matheus 23) e Maria Clara (22) que estavam na faculdade. Cristiano trabalhava como vendedor em uma empresa de produtos eletrônicos, a Engine Tecnologics Ltda, Magnólia tinha uma loja de moda feminina no shopping da cidade, A Mag Fashion Woman e estava pensando em abrir outra em breve.

-Magnólia, vou sair de férias em quinze dias -

Cristiano fala olhando o calendário e observando alguns lugares na internet para uma possível viagem.

-Já falei pra você que eu não vou viajar, Cristiano - Magnólia responde falando da sala lendo uma revista de moda.

-Será bom pra nós, Magnólia - Ele diz.

-Vá sozinho, já te falei, você que precisa areja sua mente - Ela rebate.

-Vai mãe, eu fico na boutique tomando conta com a Raquel, você confia nela, não é? - Maria Clara fala da cozinha bebendo água.

-Boa ideia Maria Clara - Cristiano concorda com a filha.

Os filhos sabiam que o casamento dos pais estava numa séria crise.

-Claro que confio em Raquel, mais você não pode faltar as aulas, e vai a onde assim toda arrumada? - Magnólia pergunta, olhando a filha , mudando de assunto.

-Vou sair com umas amigas, vamos Matheus. - Ela grita o irmão, olhando para as escadas que dava acesso aos quartos.

-Já vou, já vou - Matheus desce as escadas correndo. 

- Uau! Você está linda, pena que é minha irmã - Ele diz brincado, beijando ela do  rosto.

-Deixe de conversa e vamos logo.- Clara fala rindo também.

-Tchau mãe, vou pegar seu carro pai, tchau.- diz saindo.

-Cuidado com a gasolina Matheus, tchau. -Cristiano responde.

-Tchau, se comportem, olhem o horário e tome  conta de sua irmã, ela ainda não tem juízo - Magnólia fala mais eles nem ouvem mais.

- Esse Matheus é rueiro mesmo, não para em casa -  Ela continua falando olhando os filhos pela janela. Magnólia evitava discutir certos assuntos na frente dos filhos.

-Agora que estamos a sós - Magnólia fala pegando Cristiano de surpresa.

-Que susto Magnólia - Ele diz, olhando o computador.

-Susto? Quero me separar de você, Cristiano. - Magnólia fala firme.

-De novo Magnólia, está conversa? - Cristiano diz.

Cristiano deixa o computador e olha para a esposa encostada na porta do quarto, era uma morena ainda muito bonita, um corpo que mostrava o quanto chamara a atenção dos homens quando era mais jovem e ainda chamava com certeza.

-Magnólia, já conversamos sobre isto, eu te amo. - Ele continua.

-Chega desta conversa de te amo Cristiano,quando você me traia com aquela... não pensou nisso, não foi? - Ela diz seria.

-Isso já faz tempo, pedir o seu perdão, pensei que estivesse me perdoado e esquecido...

-Não faz tanto tempo assim não - Ela o corta não concordando - só tem seis meses que descobri que estava de caso a quase dois anos com aquela moça que tem a idade de ser sua filha, isto por que fui naquele dia em seu trabalho, senão, estava sendo enganada até hoje, Cristiano - falava quase gritando.

-Magnólia calma, não quero mais discutir este assunto com você - Cristiano se cala.

-Claro, pra você é conveniente se calar, Cristiano - Magnólia bateu a porta do quarto efoi na cozinha fazer um chá:

Ficou lembrando do dia que queria fazer uma surpresa para ele no seu trabalho, era uma sexta-feira, cinco da tarde, se arrumou toda. Chamando atenção dos homens por onde passou, estava querendo passear, jantar fora e quem sabe namorar em um motel.

Chegando no escritório, disseram que ele foi visitar um cliente, mais que ela poderia esperar na sala dele, ela aceitou, ficou observando os funcionários trabalhando.Uns falavam ao telefone, uma moça baixinha tirava xerox, outros digitavam nos computadores, um entra e sai nas salas, reparou um que estava bebendo um café e não tirava os olhas dela.

Sentou na mesa de Cristiano, viu a gaveta da mesa que estava com a chave, puxou a procura de um lápis para desenhar uns modelos de blusa para passar o tempo.Reparou várias camisinhas coloridas e uns comprimidos azul para virilidade masculina, pegou dois e uma camisinha colocando em sua bolsa rápido.

Levantando as vistas se deparou com o rapaz que tomava café, e com uma bandeja na mão.

-Desculpe senhora, te ajustei? Aceita um café ? - O Rapaz diz educadamente olhando pra ela.

-Muito obrigada, mas não precisava - Ela diz  pegando a xícara na bandeja, bebendo um pouco.

-Como está o café. - Ele pergunta sem tirar os olhos dela.

-Muito bom, obrigada.- Ela fala, retirando as vistas.

O rapaz continuava a sua frente, ela reparou que ele era de longe o mais simpático daquele escritório, tinha os olhos claros, cabelos bem cortados, sem barba, um pouco musculoso, estava bem vestido, era um garoto ainda, uns vinte anos no máximo, mas malicioso.

-Estarei ali naquela mesa se precisar de alguma coisa, água...- Ele diz se retirando, sem antes passar uma geral no seu corpo, principalmente em seu decote, que revelava seus seios ainda duros.

Magnólia sorriu pra si, um frangote deste...

Depois de quarenta e dois minutos ela vê Cristiano chegar e vai ao seu encontro, mas  para na porta da sala, ele estava sorrindo com uma morena bonita, vestida com uma calça branca apertada desenhando o seu corpo bonito.

Estava vestida com uma blusa de seda amarela decotada mostrando seus seios pequenos e duros, dentro do sutiã com alça transparente, sapatos e cinto combinando, bem vestida mesmo e disso ela entendia muito bem, reparo que seus cabelos longos, pretos e bem tratados, pareciam úmidos.

Cristiano a vê e se despede da moça amistosamente, te falando algo, ela olhou para Magnólia discretamente de cima a baixo, foi a única vez que a viu, mais foi o suficiente para descobrir a traição do marido.

Olhou sem querer para o rapaz paquerador que parecia confirmar suas suspeitas. Ela beijou Cristiano sentindo ele um pouco nervoso, rosto frio e os cabelos um pouco úmidos.Parou de pensar na descoberta da traição com a voz de Cristiano ao seu lado.

-Eu já te expliquei, Mag, ela que ficava se insinuando para mim, alias pra todos... -Cristiano fala.

-E pare de me chamar de Mag, você esqueceu que eu a conheci de vista lá no seu escritório? Novinha, peitos bonitos, durinhos e bunda farta...você não resistiu claro. - Magnólia gritava.

-Pare com isso Magnólia, eu te amo, não quero te perder - Cristiano quase implora.

-Eu acho que você pensa que em todos esses anos eu não fui cortejada e admirada, desejada por homens bem mais jovens, mais eu me contive a tentação, até nas nossas piores crises conjugal.

-Chega Magnólia, não quero saber. - Cristino fala cheio de ciúmes, realmente era apaixonado pela esposa.

-O pior de tudo Cristino é que sua amante é minha xará, Magnólia, como posso esquecer isso, pode uma porra desta? Não me pergunte como descobri o nome daquela puta. Pelo menos você não correu o risco de trocar os nomes na hora do seu prazer...Não foi? - Ela completa.

-Pare com isso Magnólia - Cristiano tenta falar.

Magnólia fica calada olhando para o marido e pensava: - Eu descobri o nome daquela safada ligando para o seu escritório e falando com o paquerador que me deu algumas informações mais pedindo segredo, não queria perder o emprego.

Mas não deixou de se insinuar para mim, elogiando minha beleza e jovialidade, que era melhor conversar em outro lugar, pois poderiam ouvirem sua conversa. Deveria ter dado confiança a ele, quem sabe hoje não estaria aqui sofrendo, sou uma besta mesmo, mas gostei dos elogios, sendo paquerada por um rapaz tão jovem, talvez nem fosse tão jovem assim...

Magnólia saiu correndo para o quarto de Clara chorando, não queria ouvi mais nada.

-Magnólia espere, abra essa a porta meu amor, por favor. - Cristiano bate na porta em vão.

Magnólia não abriu a porta, chorava e pensava nos bons momentos com o marido, antes de descobrir sua traição.

-Ai, meu amor, como está gostoso - Ela falava no seu ouvido.

-Mag, aiiii, amor, como te amo - Ele dizia.

-Oi, assim Cris, sim, sim, vai... - Ela quase

gritava.

-Calma filha, ham, ham, calma - ele pedia, mais enfiava toda.

-Eu quero gozar agora, Cris vem, vem...me faz...  - Magnólia pedia, ela gostava muito de sexo.

-Tome, tome, tome, aiiiii, assim? - Cris perguntava.

-Sim amor, gosto assim, mais forte, uiii! Estou indoooo, amor uiiiiiiii, uiiiii, oiiiiiii - Magnólia gozava.

-Eu também Mag, eu também, amor, gostosa, uiiii! Ahhh! Você é minha.- Cris suspirava deprazer.

Magnólia tenta parar de pensar, mais não consegue controlar seus pensamentos obscenos, pegou no sono na cama de Clara.

-Não Cris, por trás não, isto não é coisa de mulher casada - Mag dizia.

-Meu amor, você é minha, que bobagem é esta, quem vai saber? - ele a convenceu.

-Está bem, promete que vai ser bem devagar? - Mag pergunta desconfiada, se colocando na posição, convencida.

-Prometo amor? - Cris fala se colocando atrás da bunda da esposa. Ele colocou toda, ela gostou, pedia para ele fazer sempre que transavam.

Magnólia acordou assustada, suando, estava sonhando. Será que Cristiano fazia isso com aquela puta também, pensou e ficou chateada com este pensamento, olhou as horas, 2: 25 da madrugada, Maria Clara e Matheus ainda não tinham chegado.

Foi tomar banho na suíte do seu quarto e foi deitar, talvez demorasse de pegar no sono de novo, sentiu os braços do marido te abraçar, ia retirar mais deixou fingindo que dormia, sentiu seu corpo quente encostado nas suas nádegas, estava de calcinha.

Puxou o lençol e se cobriu, resistiu à tentação de ceder, fazia meses não o sentia ela dentro dela, estava muito magoada, empurrou Cristiano para o lado da cama, se virou para o outro lado tentando pegar no sono, estava decidida a se separar.

Segundo Capítulo

Cristiano e Magnólia

Cristiano resolveu viajar e se preparava para a viagem de férias sozinho mesmo, Matheus e Clara também não podiam ir por causas das aulas, não iria pra longe, uma hora e meia de ônibus para uma praia no litoral, não iria de carro, Magnólia tinha o dela.

O dele ficaria nas mãos de Matheus e Maria Clara, tinha alugado uma pousada por alguns dias perto da praia, queria a solidão para pensar, ler, meditar, etc. E deixar as coisas esfriarem.

Será que aguentaria fica longe da esposa e dos filhos? Mais deveria tentar, Magnólia estava irredutível, dormiam juntos mais não faziam nada, ele estava enlouquecendo com esta conversa de separação, deixou o telefone e o endereço da pousada perto da TV, era uma quinta-feira chegaria pela tarde na pousada.

-Vamos pai, quer perder o ônibus - Matheus e Maria Clara gritavam do carro buzinando.

-Tem certeza que não quer ir, Magnólia? -

Cristiano falava carinhosamente para ela, em suas últimas tentativas de levar a esposa junto.

-Porque você não chama a Mag do seu escritório, ela não iria recusar - Ela diz sem pensar, piorando as coisas.

-Pelo amor de Deus, Magnólia, o que você está pretendendo? Me deixar maluco - Cristiano explode.

-Cristiano, não posso largar meu trabalho assim... - Magnólia baixa a guarda, evitando uma briga maior perto dos filhos.

-Mais você sabia a tempo das minhas férias e minha vontade de viajar com você - Ele argumentar queimando os últimos cartuchos.

-Quem sabe eu não apareço na pousada de repente, não está ali o endereço e telefone? -

Magnólia fala apontado para a estante, querendo despachá-lo.

-Estou indo senão perco o ônibus - Ele tenta dá um beijo, mais ela vira o rosto, ele beija sua face.

-Aproveite bem- Magnólia fala.

-Obrigado, apareça lá, amor - Ele olha pra ela com ternura. Sai na esperança dela aparecer.

Magnólia fica pensativa, olhando pela janela o carro se afastando. A noite foi péssima, não estava acostumada a dormir só, mesmo não mantendo relação com Cristiano, mais tinha sua quentura, a segurança.

Amanheceu, o dia estava lindo, Maria Clara e Matheus foram para faculdade, ligou chuveiro na água morna, precisava de um banho gostoso,relaxante, demorado.

A água escorria pelo seu rosto, colocou sabão liquido nas mãos e nos cabelos a espuma escoriam pelo seu corpo moreno, se banhava gostosamente com a espuma.

Abriu a porta do box e ficou se olhando no espelho grande da parede, ainda estava muito gostosa, como os homens dizem, pensou e sorriu.

Olhou os peitos, a bunda morena grande gostou do que estava vendo, sua vulva estava coberta de espuma, ficou tirando as espumas brincando, revelando sua rachadura, alisou e ficou se massageado lentamente, colocou a perna no banquinho, quando se deu conta estava gozando.

-Oii! Oii! Aii! - Magnólia sussurrava baixinho, sentada no piso frio do banheiro recostada no armário da pia.

Levantou, se sentiu estranha, não estava acostumada a se masturbar, mais estava satisfeita, precisava relaxar, se arrumou para ir trabalhar, fincando linda, afinal era dona de uma boutique de luxo, tomou um cafezinho, pegou seu carro na garagem, colocou um óculos escuro, colocou uma musica pra ouvir, seguiu para o shopping.

Terceiro Capitulo

Magnólia e Raquel

  1. -Bom dia, Raquel - Magnólia fala chegando na boutique.

-Bom dia D. Magnólia - Raquel era secretariara e vendedora, ela responde dando uma blusa para uma cliente experimentar. - Experimente esta azul.

Magnólia entra na sala e senta em frente ao computador, fica olhando as roupas novas para colocar em estoque na loja, depois de duas horas, lembrou que só tomou um cafezinho.

-Raquel, está muito ocupada? - ela pergunta.

-Não senhora, quer alguma coisa ? - Raquel fecha a tela do computador do balcão da loja.

-Raquel, vá na lanchonete e pegue qualquer coisa para comer, só tomei um cafezinho, eu fico olhando a loja. - Entregando dinheiro a ela.

-Ok - Raquel sai pra comprar o lanche.

-Bom dia - Fala uma voz jovem masculina.

-Bom dia - Magnólia responde pegando umas calças feminina embaixo do balcão levantando-se. 

Ela fica embaraçada vendo um homem moreno, bem-vestido esportivamente, olhos claros e cabelos bem pretos, relativamente musculoso, muito bonito...

-Posso ajudar - Magnólia fala, colocando as roupas de lado querendo desfaçar a surpresa com a beleza do rapaz.

-Bom, amanhã minha mãe faz aniversário, queria dar-lhe uma blusa branca e uma calça para ela.

-Venha por aqui, tenho de varias cores, mas tenho branca também- Ela leva o rapaz para escolher a blusa.

-Está aqui parece boa - Ele pega uma e fica admirando.

-Bom gosto o seu - Ela fala sem jeito - Vamos ver a calça?

-Vamos - Ele diz animado.

-Que tal está? - Ela mostra uma calça verde.

-Não sei, achei muito jovial, queria uma cor mais neutra - Ele fala analisando a roupa.

-Desculpe eu perguntar, qual a idade dela? - Ela fala.

-Tem 41 anos, mais não parece - Ele diz educadamente e orgulhoso.

-E esta? - Magnólia mostra uma calça preta.

-Perfeita, muito bonita, mais eu não sei o número dela - O rapaz fala olhando pra ela, como pedindo ajuda.

-Hum! Agora ficou difícil - Magnólia diz pensativa e rindo.

-Já sei, ela tem quase o seu corpo - ele fala desconsertando Magnólia.

-Você pode trocar... - Magnólia não terminou de falar.

O rapaz pegou a calça se aproximou de Magnólia colocou na cintura dela, Magnólia foi pega de surpresa, sentindo suas mãos em sua cintura e o perfume gostoso que ele usava, ele te dá um sorriso bonito, arrolando a calça.

-Desculpe, vou levar a calça. - Ele diz olhando pra ela.

-Tem certeza? - Magnólia fala levando a calça para o balcão sem jeito e controlando seu rebolado.

-Tenho - Ele olhava para o corpo bonito de Magnólia - Posso trocar se por um acaso...

-Claro - Magnólia fala se virando e pega ele olhando para sua cintura, coloca as peças numa sacola com marca da loja, ele paga no cartão e ela pede seu telefone por norma da loja e coloca na via da casa.

-Obrigado - Ele diz olhando ela nos olhos.

-Por nada- Magnólia fala e abaixa as vista disfarçando, olhando o cupom da compra,fugindo daquele olhar que a deixou incomodada.

Raquel vinha entrado e ver aquele homem saindo da loja.

-Aqui D. Magnólia, o lanche - Raquel diz olhando o rapaz se afastando.

-Coloque o lanche na minha sala - Ela pede educadamente.

-Meu Deus, que homem bonito foi aquele que saiu daqui, D. Magnólia? - Raquel comenta.

-Um cliente, eu nem reparei direito - Magnólia brinca.

-Eu não acredito D. Magnólia - Raquel fala. Ela acha que me engana, pensou.

-Vamos trabalhar Raquel, preciso pagar minhas contas e você quer receber seu salario.-

Magnólia diz rindo, Raquel era nova e bonita, sabia de suas peripécias, ela saiu correndo quando viu uma cliente entrar, olhando ainda pra fora da loja procurando o rapaz...

Quarto Capítulo

Cristiano e a Mulata (M)

Cristiano estava tranquilo na pousada, andou na praia, leu um pouco, falou só com os filhos pelo celular, duas vezes, ligou pra Magnólia mais deu caixa, desistiu de ligar. Era terça-feira, estava muito calor, resolveu ir ao bar da pousada, sentou em uma mesa, tinha poucos clientes no bar.

Pediu uma cerveja, que foi trazida por uma mulata simpática com uma bunda fabulosa, tirou aqueles pensamentos malucos da cabeça, ficou olhando o noticiário distraidamente.

-Se precisar de mim, estarei ali - A mulata fala pra ele saindo rebolando para o caixa.

-Ok - ele diz olhando aquele patrimônio rapidamente.

Tomou umas quatro cervejas, só tinha um cliente teimoso que queria tomar mais uma, a mulata deu a bebida e ele foi embora cambaleando, ela sorriu pra Cristiano, vendo o homem sair bêbado. Cristiano levantou e deu uma cambaleada, a mulata estava rindo dele discretamente.

-Quanto foi moça? - Cristiano pergunta.

-R$ 36,00, com o tira-gosto - Ela mostra a comanda.

-Certo - Cristino paga recebendo o troco, deixa uma gorjeta para a mulata.

-Obrigado, se precisar de mim, estarei aqui - Ela diz de novo pegando a gorjeta.

Cristiano chega no quarto, coloca a mão no bolso para pegar as chaves, uma nota de dez do troco cai no chão, ele pega, ver um número de telefone e uma letra M. Entrou, tomou um banho.

Se jogou na cama, eram quase duas da manhã, não consegui dormir pensando na esposa, acedeu as luzes e foi ao banheiro, na volta olhou a nota de dez na mesinha.

- Alô, desculpe eu ligar... - Ele fala

-Estava esperando você ligar, demorou - uma voz feminina doce responde. Está precisando de mim?

-Quem fala? - Ele pergunta

-M da nota de 10, eu vou até ai no seu quarto, posso? - a mulata diz.

-Não sei - Cristiano fala sem certeza, mas ninguém iria saber, pensou.

-Estarei logo ai - Ela responde batendo o telefone.

Ele abri a porta a mulata entra de camisola e calcinha branca.

-Oi - ela diz dengosa.

-Bom eu não conseguia dormir e vi aquele número, resolvi ligar por curiosidade. - Cristiano explica, sabendo que seria ela.

-Fez bem, quero te satisfazer, vi você tenso - Ela pega em sua coxa.

-Qual o seu nome? - Ele pergunta tentando conversar, e segura a mulata que estava indo rápido demais.

-Meu nome é M - ela alisava sua perna.

-M, que nome é esse? - Cristiano brinca com ela, afastando sua mão habilidosa.

-É que não gosto do meu nome e as pessoas me chamam de M - ela diz abrindo o cordão do short de Cristiano, colocando seu membro pra fora, ela ajoelha.

-Vou fazer o boquete gostoso em você - Ela começa.

-Não, por favor pare, você está indo muito rápido? - Cristino tenta afastar a mulata em vão.

-Então vou chupar devagar, eu prometo - Ela chupava com extrema maestria e delicadeza.

-Não é isso, sou casado, estou só... eu nem sei seu nome direito, queria só conversar - Cristino fala, reconhecendo que o boquete estava delicioso.

-Você quer saber, meu nome é Magali, mais me chame de Mag se quiser - A mulata mete tudo na boca, parecendo que devoraria seu membro, que vai amolecendo.

-Já gozou? Eu não sentir o gosto do seu leite - A mulata dizia tentando reanimar o falecido - Não sentir a gala na minha boca - ela continuava tentando.

-Vamos terminar por hoje. - Cristiano afasta a mulata delicadamente.

M se coloca de bruços na cama mostrando sua bunda querendo ainda seduzi-lo, mas Cristiano resisti á tentação da carne, aliás muita carne mesmo. Como ele só olhava, ela levanta da cama.

-Está certo, amanhã eu volto - Ela estava parecendo triste - Ninguém nunca reclamou do meu boquete, sempre gozão gostoso.

-Não estou reclamando, foi bom, você é muito boa mesmo, nota 10, eu que estou com algum problema, entende? - Cristino fala abrindo a porta, olhando a bunda grande de Mag, quer dizer M.

No outro dia, acordou não muito cedo pensando no boquete da mulata e sua bunda, mais com aquele nome ficava estranho, de novo não, é muita coincidência, desceu para o bar e restaurante.

-Bom dia, queria uma vitamina de banana, por favor - Ele olhava pra M, que sorriu.

-Bom dia - Ela falou e passou a língua nos lábios - Amor faça uma vitamina para o cliente, estou ocupada. - Ela fala alto.

Aparece um crioulo de quase dois metros na porta da cozinha com enorme pepino na mão e uma faca tipo peixeira na outra.

-Estou fazendo a salada, filha - ele fala com sua voz grossa.

-O cliente não pode esperar, meu bem - M dá um beijo no rosto do crioulo.

Cristiano toma a vitamina e sobe para o quarto, pensando em sair naquele dia da pousada antes do anoitecer. Saiu para comprar a passagem de volta, porém não conseguia andar cem metros uma chuva forte caiu na cidade ficando tudo parado.

Resolveu volta para a pousada, comprou um lanche grande em uma lanchonete na esquina, ficaria no quarto, dormiu até tarde, acordou quase meia-noite com o toque do interfone:

-Alô - Ele fala

-Estou subindo - Fala a mulata com sua voz dengosa.

-M, Magali seja lá o seu nome, não suba, eu não quero fazer nada e seu marido? - Ele fala meio assustado.

-Ele dorme demais. Eu só quero te relaxar, fazer um boquete gostoso, sentir o seu leite quente derramando na minha boca - Ela diz dengosa - você gosta de bunda também, não é?

- Você é louca - Ele desliga o fone e deixa fora do gancho.

Pela manhã pagou a conta, e nem foi no bar tomar um café, na saída viu um senhor entrado, Cristiano disse;

-Aqui é ótimo, o senhor vai adorar.

O homem olhou pra Cristiano e balançou a cabeça negativamente.

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Roberto Ornelas

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Sinopse 

Paixão Animal

Este thriller conta a historia de Sheila, uma mulher sedutora, fogosa por natureza, de corpo escultural, era bem casada, tinha tudo, mais se sentia solitária, vivia em uma casa afastada da cidade, rodeada por uma floresta linda, com uma variedade de pássaros e animais...Varias montanhas...

Uma cachoeira com quedas d'Água maravilhosas que davam seqüência ao Rio das Pedras Redondas, conhecido por suas pedras esculturais e lisas de águas cristalinas e mansas...Que daria um belo cartão postal.

O marido Rodrigo, estava quase sempre viajando a trabalho... Sheila, que adorava cão, pede para Rodrigo adotar um para faze-lhe companhia na sua ausência a trabalho, mas Sheila tinha um segredo adormecido... Passando a ensinar e manter relações sexuais com Rex um pastor alemão enorme, na ausência de Rodrigo, Sheila adorava sexo e era quase insaciável...

Porém as coisas tomam proporções incontroláveis, por um acaso seu segredo é descoberto por Rodrigo numa manhã no rio...Rex enlouquece fugindo pela mata escorraçado por Rodrigo e retorna para se vingar, sedendo por sexo e sangue, aterrorizando os moradores da pacata Cidade de Brejo da Mata, Sheila revelaria ter outros desejos, por trás daquele rosto angelical.

Este thriller tem um final inusitado, surpreendente, uma historia com suspense, mortes, romance e muito sexo...

Obs: Desaconselhável para menores de 18 anos

Deixe a história viver em sua mente, como vive na minha.

Roberto Ornelas


Paixão Animal

Primeiro Capitulo

Rodrigo e Sheila estavam casados a quase cinco anos, não tinham filhos, moravam em uma casa confortável distantes alguns quilômetros da cidade, um lugar com muito verde e silencioso, um riacho e uma pequena cachoeira próxima era o som natural, misturando com os cantos dos pássaros, por ser muito deserto Sheila que gostava de cão desde sua infância convenceu Rodrigo a adotar um filhote de pastor alemão que cresceu rápido, com liberdade e muito carinho por Sheila, sendo sua segurança particular.

Casa do Casal e o carro de Sheila
Casa do Casal e o carro de Sheila


Rex era muito esperto, grudado em Sheila, fazendo companhia na ausência de Rodrigo a serviço da empresa onde trabalhava, era coordenador geral de projetos e contratos, Sheila desistiu dos estudos pra ser dona de casa, era uma morena muito bonita, corpo sensual e muito fogosa, aonde passava chamava a atenção dos homens.

Rodrigo gostou de sua decisão dela de ficar em casa, dando um tempo nos estudos e trabalho, se dedicando a casa e ao casamento, trabalhando na rua, iria lhe dar bastante dor de cabeça com os assédios masculino no trabalho e faculdade, não que não confiasse na esposa, mas não queria imaginar sua esposa sendo cortejada, era apaixonado por ela.

Mas as coisas não estava muito bem com eles, a rotina e a ausência de Rodrigo por vários dias, ás vezes semanas culminavam com as brigas frequentes e as cobranças eram inevitáveis, a ponto de falarem em separação, ainda mais que Rex o mordeu em defesa de Sheila em mais uma discussão calorosa.

  • Veja! Ele me mordeu Sheila - Rodrigo mostrar o braço com um pequeno arranhão.
  • Saia Rex, vá deitar. - Sheila fala com calma com Rex , que atende e corre para o quintal.
  • Acho que vou para um hotel na cidade Sheila, vou deixar você esfriar a cabeça. - Rodrigo fala indo para o quarto pegar algumas roupas e coloca numa mala.
  • Pode ir... - Sheila sai da casa correndo chorando pra rua, com Rex atrás acompanhando.

Rodrigo resolveu fica na cidade em um hotel por alguns dias depois daquele episodio, mas tinha se passado mais de dez dias. Decidiu então dá um basta naquela situação, amava a esposa e queria reconquistá-la.

Em um sábado pela manhã, saiu do hotel cedo, rumo a casa em sua Pagero prata, depois de trinta e cinco minutos avistou a casa, o Jepp vermelho de Sheila estava lá, sinal que estava em casa, estacionou o carro, desceu devagar, os últimos acontecimentos veio ao pensamento:

  • Você só pensa em trabalho e dinheiro Rodrigo, sou jovem, meu sangue ferve nas veias, quero sair, dançar, ir ao cinema, quero viver...Gosto daqui, mas estou ficando entediada. - Ela desabafava.

Rodrigo tentou esquecer estas e outras palavras de Sheila, respirou fundo e subiu a escada da varanda. A porta da casa estava entre aberta, entrou olhando tudo, estava como deixou, procurou nos cômodos e não a encontrou, foi no fundo da casa, viu a casa de Rex com o portão aberto.

Andou até lá e para sua surpresa encontrou a aliança de Sheila jogada no chão perto do portão, pegou colocando no bolso e saiu a procura dela, deveria estar por perto, talvez estivesse no rio se banhando, o dia estava lindo para um passeio, pensou.

Andou quase quinhentos metros e entrou em um atalho pela mata que daria em uma cachoeira deserta, lugar que Sheila adorava, e que algumas vezes ficou a vontade com ela.

Muitas árvores, rochedos e montanhas faziam parte da paisagem, o sol entre as árvores dava um tom todo especial e ao mesmo tempo meio sinistro, ouvia-se os cantos diversos dos pássaros e o barulho continuo das águas descendo pelo riacho, ele ouvi a voz de Sheila.

- Venha Rex, venha brincar comigo, estou aqui. - Sheila falava alto, quase gritando.

Os latidos de Rex ficavam mais nítidos, e se ouvia a voz de Sheila com mais nitidez, estavam por perto, andou mais rápido em direção dos latidos com ansiedade, abriu os galhos dos arbustos em sua frente com as mãos, foi espetado por um espinho, deu um palavrão e chupou o lugar ferido, avistou Sheila, e não acreditava no que estava vendo, esfregou os olhos, mas era tudo muito real.

Sua esposa estava de quatro em cima de uma esteira e Rex a lambia com maestria, e extrema habilidade, ela se empinava para dar mais vasão a sua língua enorme. Rodrigo pasmo olhava a tudo com raiva e ao mesmo tempo ficou excitado, continuou observando aquela cena incomum, inusitada, quase paralisado, anestesiado era a palavra ideal.


Sheila transando com Rex na beira do rio

Sheila pegava a pata do animal e o puxava para cima dela, Rex sobe em suas costas com extrema facilidade e tenta desenfreadamente penetrá-la em vão, ela o puxa mais um pouco e ai sim, Rex fogoso ajusta suas patas em suas coxas e acoplar seu órgão uma, duas vezes, fica enfiando no entra e sai cadenciado, delicioso, Sheila se virava toda para vê Rex lhe possuído, parecia bem acostumado com aquela situação, tanto ela como aquele cão desgraçado, Rodrigo quase morria de raiva.

A mulher estava delirando recebendo o membro vermelho de Rex na sua xana toda molhada, era um membro enorme e grosso, por isso Rex a defendia tanto, ele nunca gostou mesmo daquele cão, Rodrigo pensava com raiva mortal.

  • Vamos Rex! Vamos meta toda garoto - Sheila pedia para possuí-la, Rex enterra tudo na sua xoxota, obedecendo a sua dona - Isso garotão, enfie mais, goze dentro Rex...isso, aiiiii, vamos Rex.

Ela incentivava, instruindo o animal, que fazia sua vontade, acelerando as estocadas.

  • Isso garoto, muito bom Rex, aprendeu direitinho como se faz, assim aí, devagar garoto, vai me arranhar toda, isso. - Sheila adorava controlar e incentivar o cão, que parecia enlouquecer com suas palavras, metendo com toda rapidez que podia.

Rodrigo se aproxima devagar, Rex sente a sua presença, rosna mostrando seus caninos afiados, mais não para de penetrá-la, continuava no coito rápido e selvagem, no tira e bota endiabrado, querendo gozar de qualquer jeito e goza muito, como sabendo bem o que estava fazendo.

Sheila se vira devagar satisfeita de prazer e vendo Rodrigo em pé aos uns seis metros, ela estava se deliciando ainda de prazer, meio sem jeito esboça um sorriso, estava nervosa e envergonhada, Rodrigo é tomado pela raiva e tesão, ela tira Rex de cima delicadamente que ainda lambia o esperma que escorria de suas pernas.

Ela acaricia e beija a cabeça do animal.

  • Bom menino, fez um bom trabalho, agora vá passear - Ela diz baixinho pra Rex, dando um petisco para ele.
A ira de Rex com Rodrigo
A ira de Rex com Rodrigo

Rex rosna mais uma vez para Rodrigo e entra na mata parecendo alegre, latindo alto, Sheila levanta-se e vai ao riacho tomar banho, Rodrigo continua em pé se refazendo da cena, olhava para os lados, tentando achar uma explicação para tudo aquilo e se tinha alguém por perto olhando, sem saber o que fazer ou dizer, coloca as mãos na cabeça, mas estava só com sua esposa devassa.

Sheila retorna maravilhosa do rio, linda e gostosa, sacode a esteira deixando sua bela bunda morena ser admirada propositadamente e deita-se a luz do sol, que faz ressaltar ainda mais seu corpo moreno com as gotículas de água brilhantes que deslizava pelos seus seios duros, com marca de biquíni, ela estava nervosa, apreensiva, mais fez de conta que não estava acontecendo nada, Rodrigo não era um homem violento.

Rodrigo não aguenta ver a esposa nua, mostrando seu corpo lindo e desejado, cai de joelhos a sua frente e abri as pernas dela devagar, Sheila olha e permite, meio desconfiada, Rodrigo abri o ecler da bermuda, pula pra fora um pênis monumental rígido, ele deita em cima de dela que olhava para aquele membro enorme e viril, ela se abri um pouco mais para receber aquele torpedo, que encontra o alvo rapidamente.

Rex observa Rodrigo e Sheila transando

Rex observa Sheila e Rodrigo Transando
Rex observa Sheila e Rodrigo Transando


Rodrigo fode gostoso, misturando muita raiva e paixão, ela delira, gritando ao receber o varão por inteiro, ouve-se um rosnado, um uivo ensurdecedor, era Rex que tinha voltado com os gritos de prazer de Sheila, olhava para os dois, late uma, duas vezes.

- Saia daqui seu desgraçado, eu te mato, se você aparecer de novo, eu te mato... - Rodrigo gritava jurando Rex, Sheila não disse nada, observando Rex, que tinha um olhar estranho.

Rex percebe que não teria mais espaço para ele naquele lugar, desaparece dentro da mata uivando feito louco.

Rodrigo pega a aliança no bolso da bermuda e coloca no dedo de Sheila sem dizer nada, ela o olha com espanto e certo remorso, Rodrigo a põe de quatro devagar, Sheila se vira sem recusar e é penetrada, recebendo em sua anca morena a rola de Rodrigo mais uma vez, que goza em abundância feito louco em sua bunda, seria mais raiva que prazer, goza dentro do seu...

Rodrigo estava uivando feito um cão, um animal ferido, marcando o seu território, ainda ouvese distante o uivo de Rex que perecia responder e entender o que estava acontecendo.

Rodrigo termina seu coito animal.

Segundo Capitulo

Eles chegam em casa em silencio, entram e Sheila vai para o banheiro, quase meia hora depois aparece de banho tomado, de saia azul, blusa branca bem decotada e sem sutiã ainda tinha uns belos seios, tinha que enfrentar aquela situação. Rodrigo estava na cozinha pensativo, tinha feito um lanche para os dois e suco de abacaxi.

  • Estou com fome, fiz dois lanches, se você quiser um.- Ele diz meio desajeitado.
  • Não tenho fome, depois eu como. - Ela fica no sofá pensativa - O que faz aqui, Rodrigo? Sheila toma coragem e pergunta.
  • Que pergunta Sheila, queria te vê, saber como você estava, ainda é minha esposa, estava com saudade. -Ele fala mordendo o lanche. - Mas parece que você está bem... - Ele fala com ironia.
  • Ainda sou sua esposa? Por que não ligou? -Ela fala pegando uma revista para folhear, sabia que a conversa seria dramática e dolorida.
  • Pra que ligar? Para não ter esta bela surpresa? Descobrir que minha esposa transa com seu cachorrinho de estimação... - Ele não conseguia terminar de falar, estava nervoso.
  • Eu nunca tinha feito uma coisa desta, foi uma coisa casual, acredite em mim Rodrigo, estávamos brincando e ele começou a me lamber, estava carente e o resto acho que você viu - Ela mente, a muito tempo transava com Rex na ausência do marido.
  • Como ficamos agora Sheila? Eu queria consertar tudo, mais pelo visto ficou ainda mais complicado, nem a aliança você estava mais usando. - Ele fala meio nervoso.

-Você que sabe, Rodrigo, não tenho muito o que falar, pelo visto você vai querer se separar, tem todo direito - Ela fala receosa - Mais por que você transou comigo lá no rio? Com tanta intensidade.

  • Estava com raiva, você estava ali nua, linda, não sei o que me deu, também estou carente e eu não aguentei. Não queria me separar Sheila...vim para tentar fazer as pazes... - Rodrigo fala gaguejando, andando de um lado para o outro.
  • Não queria se separar? E por que foi morar num hotel Rodrigo? Me deixando aqui sozinha, sabe que não gosto de ficar só, adoro este lugar, mas é muito deserto...Não tenho com quem conversar, os vizinhos ficam a quilômetros daqui. - Ela diz meio triste.
  • Eu ainda te amo Sheila, sabe disto, vamos deixar passar alguns dias, vou tentar esquecer as cenas de hoje, aquele maldito cachorro foi embora e parece que não vai voltar mais. - Ele fala olhando pela janela, fechando as janelas da sala.
  • E eu vou ficar aqui só, enquanto você viaja a trabalho? Preciso de alguém aqui comigo, até você resolver tudo, vou enlouquecer aqui sozinha - Ela fala de cabeça baixa, ainda olhando a revista, preocupada com a resposta.
  • Vou conseguir uma pessoa que durma, para ficar aqui com você, vai te ajudar nas tarefas caseiras, será também uma companhia, você terá mais tempo para fazer outras coisas... - Ele falava como se não tivesse acontecido nada há uma hora atrás.
  • Rodrigo, não se zangue, mais eu preciso te perguntar, e Rex perdido nesta mata ?- Sheila fala sem olhar pra ele, esperando uma bomba com resposta, e foi.
  • Sheila, eu estou tentando salvar o nosso casamento, já pensou se alguém viu, ou sabe desta historia, que vergonha será? e você ainda pensa naquele cão? - Rodrigo quase sai do sério.
  • Eu sei Rodrigo, mas... Você está certo, está bem...Fique calmo. - Ela fala sem muita certeza e resignada.
  • E tem mais, ele é um animal, sabe se defender, eu não quero vê-lo rodando por aqui - Ele desabafa indo para o outro quarto, demorou a dormir, os pensamentos, a humilhação e se alguém descobrisse este lado da sua esposa, estaria desmoralizado, na posição dele perante a sociedade,e na empresa, cansado adormeceu.

Rodrigo não saiu mais do quarto, Sheila estava faminta depois da conversa, pegou o lanche que Rodrigo tinha feito, comeu e foi para o seu quarto, entrou, escovou os dentes e se despiu para dormir, ficou pensando nas noites sozinha na companhia de Rex.

Se sentia segura com Rex em casa, ele te protegia e transava com ele, gostava de fazer isso, era insano mais gostava, desde os dezessete anos quando recebeu seu primeiro cachorro, ficou lembrando deste dia, era seu aniversário:

  • Veja Sheila! O seu presente de aniversário - O pai mostrava uma cão de quase 10 meses, preto com umas manchas brancas, Sheila ficou radiante com o presente, criando o cão com todo carinho, pondo o nome de Tote, certo dia estava só em casa, seus pais tinham ido a uma festa, estava no sofá comendo uns biscoito e Tote estava olhando pra ela deitado debaixo da mesa.
  • Tome Tote biscoito - Ela chama, Tote levanta e vem abanando o rabo, ela oferece um biscoito que cai entre suas pernas, Tote sobe em suas pernas pra pegar o biscoito e sente o cheiro da sua bucetinha ainda novinha, começando cheirar e lamber suas pernas, fazendo aquele s movimentos obscenos na suas pernas.
  • Saia Tote, o que isso? Pare, vá pra lá, ousado. - Ela empurrar Toti, porém fica com pena do animal, que estava debaixo da mesa parecendo triste.
  • Tote, tome mais biscoito, venha neguinho - Ela chama com carinho o cachorro, ele vem cabisbaixo, ela coloca Tote no sofá. - Temos que arranjar uma namorada pra você, viu?- Fica alisando sua cabeça, Tote fica brincado, latindo e cheirando ela toda, alegre, pulava e entra por baixo de sua saia sentindo o cheiro do seu sexo feminino, fica cheirando sua bucetinha por cima da calcinha, ela observava o cão, que passava a língua por cima de sua calcinha.

-Você que isso não é Tote, mais a minha é diferente - Ela fala suspendendo mais a saia, o cheiro do seu sexo deixa o cachorro eufórico, que lambe e morde sua calcinha deixando Sheila curiosa, tendo pensamentos pecaminosos.

  • Vou deixar você lamber um pouco, tá certo? - Ela toma coragem e puxa a calcinha, Tote olha pra ela, passando a língua na sua vagina, ela tira a calcinha estava gostando, algum tempo depois ela ouvia o ruido do carro dos pais chagando em casa e ela já estava chegando ao gozo.
  • Aiiii! Uiiiii, devagar Tote, tou gozando, como é gostoso, aiiiii!- gozou e correu para o quarto com Tote atrás dela.
  • Sheila chegamos - O pai falava alto, jogando as chaves do carro na estante.
  • Deve estar dormindo, psiu, eu também vamos dormir - A esposa diz maliciosa, colocando o dedo na boca, fazendo o sinal de silêncio, querendo algo mais com o marido.
  • Vamos - Ele fala segurando a esposa pela cintura, encostando seu membro na sua bunda.

Sheila olhava tudo pela porta do quarto, pela greta, ouvia-se os gemidos dos pais no outro quarto transando loucamente, ligou o rádio e colocou Tote na cama fez ele fazer o mesmo, depois ficou viciada e Tote também, mas não deixando ninguém perceber sua tara, mais depois de alguns anos um acidente de carro matou Tote.

Ela ficou muito triste, não querendo mais saber de criar cachorro, até adotar Rex. Sheila teria que esquecer Rex, se quisesse salvar seu casamento, parecia que Rodrigo não queria falar mais sobre este assunto. Dormiu, pensando em Rex e como seria daqui pra frente.

Rex caminhando ao lado do rio, sem direção.

Rex caminha sem destino
Rex caminha sem destino

Terceiro Capitulo

Passaram-se alguns dias e Rodrigo chega do trabalho.

  • Acertei uma moça pra fica com você Sheila, o que acha? - Ele fala colocando a pasta no sofá e senta parecendo cansado do dia de trabalho.
  • Está bem. - ela fala saindo da cozinha - Fiz um bolo que você gosta - Ela fala pra ele.- Hum! Estou sentindo o cheiro, vou tomar um banho e vamos provar deste bolo, estou faminto Meia hora depois ele aparece de short branco e camiseta verde, estava muito animado.
  • O bolo está gostoso, vou pegar mais um pedaço - Ele pega mais um pedaço.
  • Pode comer todo, sei que gosta - Ela responde olhando pra ele - Você parece animado agora, aconteceu alguma coisa no trabalho?
  • Sim, primeiro conseguia a moça para ficar com você e depois eu tenho um contrato pra ganhar muito dinheiro, poderemos vender esta casa e comprar uma em outro lugar, e começaremos um vida nova, esqueceremos tudo o que passou, que acha? - Ele fala alegremente, mordendo o bolo.
  • Por mim tudo bem, estou feliz por vê você assim animado, quando a moça virá? Só temos dois quartos - Ela pergunta já insinuando uma melhor aproximação, sabendo que ele estava dormindo no quarto que seria da moça.
  • Ela virá talvez amanhã ou depois, ela disse que precisa se organizar, acho que você vai gostar dela... Quanto ao quarto, daremos um jeito - Falou olhando pra ela nos olhos.
  • Estou vendo que você está pensando em tudo - Ela fala olhando séria pra ele.
  • Estou sim Sheila, agora vou dormir, preciso acordar cedo, amanhã tenho esta reunião sobre o contrato que falei, o bolo estava uma delícia, boa noite - Ele fala seco, se levantando e vai para o quarto.

Sheila fica na sala vendo televisão até uma certa hora, não sabendo que estava sendo observada pela janela por uma criatura da noite, Rex estava rondando a casa, cansada vai para o quarto, Rodrigo estava tão preocupado com a reunião e o contrato que não conseguia pegar no sono, era mais de uma hora da madrugada, ele levanta, vai na cozinha beber água e tomar um calmante ou relaxante, termina derrubando um copo no chão, Sheila acordar assustada:

  • Rex, é você garoto?- Ela fala baixinho, olhando para janela do quarto.

Levanta-se devagar, vê a luz da cozinha acessa, Rodrigo estava catando os cascos de vidros no chão:

  • O que houve? - Ela pergunta pegando um copo para beber água, abrindo o refrigerador, ainda sonolenta.
  • Que susto Sheila, desculpe eu te acordei, derrubei um copo, não conseguia dormir, estou preocupado com este contrato da firma. - Ele fala jogando os restos dos cascos no lixo.
  • Não tem problema por me acordar, vá deitar e pare de se preocupar, vai dá tudo certo. - Ela estava de camisola rosa e calcinha preta e sem sutiã, seus peito provocador balançava.

Passando por Rodrigo, ele a segura com carinho em sua cintura pela costa, encostando devagar, Sheila não reage, cedendo o assedio do marido e sente o membro duro rosando na sua bunda, ela já estava toda molhada, ele beija seu pescoço, ele vai tirando a camisola devagar, tira sua calcinha e ali mesmo na cozinha, Sheila olha pra Rodrigo e fala:

  • Estava gostoso o bolo? Coma agora quem fez, me coma Rodrigo, sou toda sua - Se debruçando na mesa de quatro recebe Rodrigo inteiro, em sua anca.

Rodrigo coloca Sheila de frete na mesa e a come deliciosamente, derrubando mais dois copos e a vasilha de água, toalha de mesa, os dois riem.

  • Aiii, vai amor enfia toda, assim, assim, vai, vai... Com mais força. - Sheila estava enlouquecida de prazer, se debatendo na mesa da cozinha toda suada, Rodrigo olhava pra a esposa que gostava muito de sexo, enfiou tudo que podia, e ela queria mais, muito mais.
  • Tome, você gosta disto né? Toma, toma, gostosa.... - Rodrigo metia com toda força, sendo até malvado, quase selvagem.
  • Gosto demais, sim adoro, quero mais Rodrigo, quero mais... aiii, gostoso, vaiiiiii. Vamos gozar... - Sheila implorava e gozava.

Rodrigo dá uma bela gozada dentro da esposa, que ainda se debatia de prazer.

  • Eu acho que sua secretaria vai ter muito trabalho aqui na cozinha de agora em diante - Ele fala levando Sheila para o quarto pra continuar a orgia, dois olhos vermelhos na janela observava todos os movimentos no interior da casa.

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Sinopse 

A Potranca Negra a Galope: Dayse é uma dona de casa, casada com Humberto, tinha um casamento normal, mais tudo na sua vida iria mudar, desde que ela, numa madrugada observa um casal em frente ao seu apartamento mantendo relação sexual.

Ela se encanta com a desenvoltura da mulher negra na cama, que parecia galopar e se deixava montar, " A Potranca Negra a Galope" ela a intitula assim, não aguentando ela se masturba vendo aquela cena, mas a negra também a vê...

Dias passaram-se, Dayse encontra a negra no supermercado que a reconhece, era linda, Rute a segue tentando falar com ela, Dayse tenta resistir mas cede, em casa ela mente para Humberto dizendo que precisava se encontrar com uma antiga amiga da faculdade...

Neste momento começam as mudanças na vida de Dayse, tudo foi acontecendo rapidamente, foi tomando proporções assustadoras, que nem ela mesma tinha como controlar, mas estava gostando.

Rute era muito alegre, persuasiva e decidida, ofereceu um emprego para Dayse e sua vida decola, as duas se tornam mais que duas amigas... leiam o final desta história fantástica, com desfecho inusitado.

Esta leitura é para maiores de dezoito anos

Obs: Esta é uma obra fictícia, fruto da imaginação do autor (Roberto Ornelas) qualquer semelhança com nomes, pessoas e lugares será mera coincidência.

By Roberto Ornelas


A Potranca Negra a Galope

Primeiro Capitulo

Dayse acorda suada, olhou o relógio de cabeceira quase duas da manhã, a madrugada estava muito quente naquela segunda-feira, ligou a luz e pega um cigarro, queria deixar o vicio de fumar, mais os problemas e a situação com o marido, este era o meio de escapar das angustias e a solidão que ás vezes sentia. Mesmo com o marido dormindo a lado só de cueca, ela o observa, gostava dele, era um bom marido, a claridade parecia não incomodá-lo, pois continuava dormindo tranquilamente, há algum tempo ela não fazia amor com o marido... ele também parecia não ligar. Ela vai até a janela, morava no sexto andar de um prédio modesto mais bem arrumado, distraidamente ela olha as estrelas, dá uma puxada forte no cigarro e solta a fumaça em seguida, que era expelida pelo vento da madrugada, ouve-se os latidos dos cães de ruas e o barulho dos poucos carros que passavam. 

 O silêncio predominava absoluto, a brisa da madrugada deixa Dayse refrescada e sonolenta, todos dormem ela imaginava, dá mais uma tragada e joga o cigarro fora. Ela fica olhando ele caindo rapidamente levado pelo vento, desaparece no outro lado da rua e se chocando ao chão, saltando umas pequenas faíscas. Então ela observa a dois andares abaixo uma luz acessa no prédio da frente, curiosa fica olhando os movimentos de um casal que estava se amando gostosamente, a cortina estava presa provavelmente por conta do calor. Dava pra ver muito bem os dois, ela vislumbrava aquela bela cena, ficou excitada feito uma colegial, desligou a luz e voltou pra cama, mas não conseguia relaxar, estava inquieta e curiosa.

O marido acorda sonolento e olha pra ela, bebe um pouco da água ao lado da cama e volta a dormir. Nem desconfiou na excitação da esposa, que se masturbava, estava excitada demais, pensou em acordá-lo, mais resolveu deixa ele descansar, hoje eu dava até meu traseiro a ele, pensou maldosamente. Resolveu tomar um banho, entrou no chuveiro, refrescaria o corpo e acabava com a sua excitação, mais o seu corpo queria algo mais que um simples banho frio, colocou o dedo na xana, ficou alisando os clitóris, a outra mão apertava seus mamilos ainda durinhos, estava ansiosa demais. Não gostava de fazer isto com seu corpo, resolveu parar, se enrolou numa toalha marrom e saiu do banho, foi até a cozinha e pegou uma jarra de suco, bebeu um copo e encheu o copo novamente, voltando para o quarto com a jarra pela metade na mão, colocando na mesinha na varanda. 

Dayse olhou o marido e voltou à janela e bebeu do suco, não queria olhar para o apartamento da frente, mais não aguentou, o casal continuavam em suas caricias sexuais. O casal agora estavam muitos íntimos e animados. Dayse acede a luz procurando seu binóculos velho, procura nas gavetas com receio de acordar o marido com o barulho. Achou, pegou o binóculos antigo mais em boas condições ainda, volta rápido para a varanda, esquecendo a luz acessa, achou uma posição ideal pra observar melhor a cena, reparou se não tinha mais ninguém olhando nos outros prédios, estava tudo tranquilo, parece que a festa só era no apartamento da frente. Colocou o binóculos na direção do quarto da orgia, parecia estar a dois metros do casal agora e sorriu. 

Reparou que a mulher era linda, uma negra deslumbrante, com anca farta, ela não tinha tesão por mulheres e nunca teve relação com uma, mais admitiu que aquela nega sabia fazer gostoso, estava deitada nas pernas do homem e chupava com maestria o cacete dele. O movimento da cabeça negra subindo e descendo, dava pra imaginar o prazer que estava sentindo e compartilhando com seu parceiro, ela trabalhava sem parar, mas cadenciando, sem pressa, parecia curtir cada centímetro daquele cacete, o cavaleiro recostado no travesseiro só assistia de camarote a negra engolido todo seu instrumento majestoso, que não dava nem para ver, pois a mulher parecia querer engoli-lo todo. 

Dayse não reparou que tinha esquecido a luz do quarto acessa, tanto era sua euforia para pegar aquele fraga, estava excitada. A potranca negra continuava em seu deleite, num boquete espetacular. O cavaleiro levanta e Dayse o perde de vista por um instante, talvez tenha ido ao banheiro. Neste momento a mulher deita na cama de frente esperando seu retorno, mostrando uma tabaca volumosa e bonita capaz de aguentar os mais cruéis dos montadores, ela olhava pela janela distraidamente, Dayse fica admirando a buceta da negra e esperando a volta do homem. Dayse passou a mão na sua buceta que estava toda molhada, e alisou com vontade metendo o dedo, a negra avistou Dayse na varanda mas não se importou em ser observada, se vira e fica te quatro, Dayse esta espantada, que bunda lida era aquela. 

O cavaleiro vem se aproximando segurando seu chicote enorme, Dayse se assusta, será que aquela "Potranca" iria aguentar tudo, o cavalheiro monta devagar, bate que o chicote varias vezes nas suas nádegas, a negra se vira e olha para aquele instrumento do prazer. A negra dá uma olhada discreta pra janela de Dayse e que nem nota, estava filmando a entrada do cavalheiro na montaria, a nega começar mexer os quadris pedido a penetração do cavalheiro que logo aceita, este monta na potranca a dar a partida. Um cavalheiro incansável, a galope em sua montaria, parecia querer torturá-la na cavalgada noturna, tal a sua correia desenfreada, a Potranca Negra resistia com bravura todos os caprichos do seu cavalheiro, pulando todos os obstáculos, segurando com bravura aquele cacete que entrava agora em seu traseiro bonito. 

A curiosidade de Dayse a janela alheia ia crescendo a cada chicotada do cavaleiro no lombo de sua montaria, a Potranca Negra guinchava a cada estocada, sem derrubar seu domador, que firme segurava seus cabelos como rédeas, galopava com toda firmeza e segurança. Ele foi conduzindo sua montaria a exaustão, que aos poucos foi perdendo as forças, baixando a cabeça em sua corrida, ela se deixou galopar a vontade e o galope foi ficando intenso quase sem controle, o cavaleiro foi cadenciando seu galope, ficando mais lento, em ritmo de câmara lenta, ele te dava tapas de leve, parecia reanimá-la, alisava sua anca e seu dorso com carinho, a potranca estremecia e respondia dengosa aos carinhos. 

A Potranca Negra sorrir para seu cavaleiro, olha para a janela vendo ainda Dayse, a vizinha curiosa a observá-la, te dando mais fogo ainda, ele a chicoteia de leve e ela se prepara, se empina e reagindo aos açoites, aos estímulos e parte para uma nova cavalgada pelo prazer... Iria satisfazer seu cavaleiro incansável, este lhes dava mais chicotadas de leve incentivando o novo galope, enfim eles partiram em desenfreado galope em busca do pódio, para glória... seu cavaleiro exausto, desaba da montaria, satisfeito e feliz pela sua performance, com todo o desfecho de prazer, e sai de cima da potranca para tomar um banho relaxante. 

A Potranca desabava na cama cansada, suada e solta, ainda dominada pelo prazer, perecia tremer. Dayse não percebeu que a potranca a tinha visto todo este tempo, através da sua luz esquecida acessa. Dayse estava se masturbando na varanda, apenas se masturbava gostosamente, a Potranca senta na cama se masturba também, faz um aceno de positivo e sorrir para Dayse, sem se preocupar com sua nudez linda. Dayse responde timidamente ao aceno da negra, que sincronizavam suas caricias, Dayse olhava pelo binóculos a Potranca se masturbando, com vontade sua xana, olhando pra ela, nada envergonhada de está naquela situação, a Potranca se debatia, gozando olhando para Dayse e lhe fazendo sinal para fazer também, o homem vê a negra naquela situação , monta nela completando seu orgasmo louco. 

Dayse entende e se masturbava agora mais rápido, gozou ali mesmo na varanda, olhando aquela nega de anca linda, não se despediram, as duas entraram em seus apartamentos e desligaram as luzes respectivamente. Dayse voltou pra cama pensando, inacreditável aquele duo de siririca na varanda com aquela desconhecida do prédio em frente, que loucura gostosa. Ela olhou para o marido ao lado, ele estava ali porém ela estava só, a negra tinha lhe feito uma favor. Levantou e acedeu a luz olhou mais algumas vezes para ao apartamento que estava todo escuro agora, ficou na esperança de vê aquela nega gostosa. Que loucura foi essa, mas gostou do que aconteceu, tirou aqueles pensamento da cabeça, pegou mais cigarro fumou tranquilamente, satisfeita, indo pegar o copo e jarra do suco que ficou na varanda, na volta prendeu o pé no tapete do quanto, se desequilibrou saltando a jarra e copo no chão. 

Humberto acorda , vê a mulher nua, que se abaixava para pegar o copo e a jarra.

-O que aconteceu Dayse? - Ele pergunta sentando na cama. 

-Nada Humberto, só derrubei umas coisas, volte a dormir. - Dayse diz sem olhar o marido. -

Mais você esta nua, - Ele insiste, olhando a mulher. - É que estava fazendo muito calor e eu ia tomar banho, quando derrubei...- Dayse tenta explicar. 

- Verdade, tá um calor brabo, não vem dormir? - Humberto fala e bebe mais um pouco de água.

-Vou tomar uma banho rápido - Ela guarda o copo e a jarra na cozinha , indo depois para o banheiro. 

- Tá certo - Ele fala deitando na cama. Não demora muito e Dayse sai do banheiro, estava cheirosa, tinha escovado os dentes, vê o marido de cueca na cama, ela olha pra ele e sem dizer nada, se ajoelha colocando na boca em seu pau, que cresce rapidamente na sua boca. 

-O que foi Dayse, apague a luz pelo menos, tem gente nos outros apartamentos - Humberto pede. 

- Não diga nada Humberto, eu estou no controle, deixe a luz acessa. - Ela diz, olhando as janelas dos outros apartamentos, estava tudo escuro. Dayse senta no seu cacete e começa a galopar feito a Potranca Negra e ri, uma Potranca Branca em ação pensou, depois de vinte minutos de cavalgada, ela goza desesperadamente toda enterrada na vara do marido, Humberto gozou gostoso também. 

Passaram-se alguns dias, Dayse estava no mercado do bairro comprando umas frutas, avistou uma mulher negra de costas com um calça apertada, revelando uma bunda bem feita, estava no caixa, reparou que os homens a devorava com os olhos, a negra se vira e seus olhos se encontram, ela disfarça, paga e sai para o estacionamento. Dayse tinha certeza que era A Potranca Negra, mas parece que ela não a reconheceu, pensou, ainda bem, que vergonha, estava a pé, não tinha carro, quando de repente um carro bonito para ao seu lado, o vidro do carona se abre, aparece a negra linda, que a convida para entrar.

-Entre, eu te conheço, meu nome é Rute - Ela diz amistosamente.

-Não precisa, eu não te conheço, moça - Dayse fala andando, querendo despistar a mulher. 

-Eu insisto, você mora em frente ao meu apartamento, só quero te dá uma carona. - Rute fala decidida. Dayse chega mais perto do carro. 

-Não precisa, ainda tenho que passar em outro lugar.- Dayse tentava fugir 

-Vamos deixe de besteira e entre - Rute fala com firmeza e mais com educação. 

-Você é insistente, o que você quer? - Dayse fala com educação também. 

-Vou ser sincera, mais entre no carro, posso ser multada aqui - Rute fala apontado uma placa de não estacione no poste. 

-Está bem, meu nome é Dayse - Ela fala abrindo a porta do carro. Dayse olha para Rute e diz. - Pronto já entrei, agora diga o que quer - Dayse fala resignada. 

-Dayse? bonito nome. Quer jantar comigo na sexta, quero conversar com você, conheço algumas lugares legais e discretos. - Rute fala pegando Dayse desprevenida.

-Você é direta assim mesmo ou.. - Dayse não termina a frase. 

- Dayse eu vi tudo que você fez naquela madrugada e você também viu o que fiz, podemos conversar sobre isso, e rimos muito, que tal? Podemos ser amigas.

- Rute parecia saber persuadir uma pessoa. Dayse observa aquela nega linda e sedutora, cabelos pretos compridos, olhos da mesma cor, lábios carnudos que quando falava mostrava uma língua que sabia trabalhar numa madeira, olhou para sua bunda com um volume que chama atenção dos homens, não deveria ter trinta anos, ela tinha trinta e dois. Rute tinha as coxas grossas desenhada pela calça branca justa, usava uma blusa azul claro, transparente, mostrava um pouco o sutiã branco segurando um par de peito mediano e duros, tinha um sorriso muito bonito. 

-Então - Rute fala tirando Dayse do quase transe. 

-Aceito, vamos cavalgar juntas, quero dizer, vamos jantar juntas. Dayse fala sorrindo. 

Dayse aceita e Rute abri um sorriso, liga o carro e faz uma barbeiragem, o carro chacoalha duas vezes, uma segura a mão da outra instintivamente. As duas riem, elas combinam para sexta se encontrarem as seis da noite no Mercado do Bairro. Dayse pede para Rute parar na Padaria Pão Doce na esquina, iria comprar alguma coisa para preparar o jantar para o marido. Se despediu de Rute e caminhou para padaria, olhou pra trás deu um aceno para Rute que estava dano a ré no carro e fez o sinal de positivo pra ela, igual ao daquela madrugada. 

Dayse pensava o que iria dizer para o marido pra sair sexta com Rute, não tinha nada ainda em mente, ainda era terça-feira, tinha tempo de inventar uma desculpa convincente. 

-Já sei o que dizer ele - Dayse fala alto rindo e andando alegremente.. As pessoas na rua olhavam pra ela, sem entender...

By Roberto Ornelas